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Tercilio Turini lembra de histórias familiares emvisita à mostra dos 150 da imigração italiana

O deputado estadual Tercilio Turini visitou hoje de manhã a mostra “150 Anos da Imigração Italiana no Brasil”, que reúne fotos, objetos, documentos e outras peças sobre a trajetória de famílias que vieram da Itália, chegaram ao Norte do Paraná para trabalhar e contribuíram bastante com a construção e o desenvolvimento de Londrina e de diversos municípios da região. Ele conversou com a diretora do I Bravissimi – Associazione Culturale Italiana di Londrina, Hylea Ferraz, e a diretora da Biblioteca Municipal, professora Leda Maria Araújo.

“É uma história de muita superação, de grandes desafios e de conquistas. A participação dos italianos na colonização da cidade tem significado especial. O trabalho nas lavouras e em outras atividades, a cultura, a culinária, a alegria e – principalmente – a capacidade de se relacionar e persistir. São características que encontramos nos descendentes dos imigrantes italianos que representam uma grande parcela da comunidade londrinense e regional” – comentou Tercilio Turini.

Neto de italianos que vieram para o Brasil nos anos 1880, relembrou de histórias e passagens que marcaram sua infância e adolescência na convivência familiar e com amigos. “O meu nome Tercilio, por exemplo, é porque sou o terceiro filho. Entre os italianos, tinha-se o hábito de dar nomes de acordo com a ordem de nascimento, como Primo (primeiro filho), Settimo (sétimo)… Terceiro em italiano é terzo e meus pais decidiram colocar o nome de Tercilio” – contou. O deputado nasceu em Jaú (SP), onde a família Turini se estabeleceu inicialmente. Chegou a Londrina quando tinha três anos, em 1947. Morou na Aviação Velha e trabalhou na roça com os pais e irmãos.

Tercilio Turini sente muito orgulho da origem italiana e ficou feliz de rever o acervo que remete à história de famílias pioneiras de Londrina e também às suas memórias. A exposição organizada pela associação I Bravissimi, em parceria com o Museu Histórico, é aberta ao público e pode ser visitada até 27 de junho na Biblioteca Pública de Londrina, ao lado da Catedral.